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A cromatografia em fase gasosa com detecção por análise de e 50952

A cromatografia em fase gasosa com detecção por análise de energia térmica (GC-TEA) ou com detector de captura eletrônica (GC-ECD) e a cromatografia com fluidos supercríticos têm sido largamente empregadas na análise de explosivos. A figura abaixo mostra as fórmulas estruturais de alguns dos explosivos mais comuns.A tabela seguinte apresenta valores de tempo de retenção (Tr) observados para alguns dos explosivos da figura acima.Os resultados da tabela foram obtidos por cromatografia com fluidos supercríticos. A separação foi realizada em uma coluna empacotada de cianopropila, a 60o C, usando-se um modificador de metanol em CO2 supercrítico. A fase móvel foi introduzida a um fluxo de 2,0 mL/min, inicialmente com 2% de metanol em CO2 supercrítico, aumentando-se para 5% de metanol após 3 min e mantendo-se por 2 min; a seguir, aumentando-se para 20% e mantendo-se assim até o final, por 10 min, para um tempo total de análise de 15 min. Com base nessas informações e sabendo que M(H) = 1,0 g/mol, M(C) = 12,0 g/mol, M(N) = 14,0 g/mol e M(O) = 16,0 g/mol, julgue o item abaixo.Fluidos supercríticos têm densidade, viscosidade e outras propriedades com valores intermediários àqueles da substância em seus estados gasoso e líquido.

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