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A cromatografia em fase gasosa com detecção por análise de e 50953

A cromatografia em fase gasosa com detecção por análise de energia

térmica (GC-TEA) ou com detector de captura eletrônica (GC-ECD) e a

cromatografia com fluidos supercríticos têm sido largamente empregadas

na análise de explosivos. A figura abaixo mostra as fórmulas estruturais

de alguns dos explosivos mais comuns.A tabela seguinte apresenta valores de tempo de retenção (Tr) observados para alguns dos explosivos da figura acima.Os

resultados da tabela foram obtidos por cromatografia com fluidos

supercríticos. A separação foi realizada em uma coluna empacotada de

cianopropila, a 60o C, usando-se um modificador de metanol em CO2 supercrítico. A fase móvel foi introduzida a um fluxo de 2,0 mL/min, inicialmente com 2% de metanol em CO2

supercrítico, aumentando-se para 5% de metanol após 3 min e mantendo-se

por 2 min; a seguir, aumentando-se para 20% e mantendo-se assim até o

final, por 10 min, para um tempo total de análise de 15 min. Com base

nessas informações e sabendo que M(H) = 1,0 g/mol, M(C) = 12,0 g/mol,

M(N) = 14,0 g/mol e M(O) = 16,0 g/mol, julgue o item abaixo.Considerando-se os tempos de retenção dos explosivos RDX e 2,4,6-TNT e que as interações desses dois explosivos com a fase estacionária sejam semelhantes, então a diferença observada entre os tempos de retenção pode ser explicada pela maior solubilidade do 2,4,6-TNT na fase móvel.

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