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Em 2003, após a intervenção do Greenpeace, o navio MV Sonia, 95290

Em 2003, após a intervenção do Greenpeace, o navio MV Sonia, contendo um carregamento de melaço contaminado com o hormônio de crescimento MPA (acetato de medroxyprogesterona), retornou para Amsterdã, na Holanda, seu porto de origem. O carregamento tóxico foi vendido para uma destilaria na Paraíba, que iria utilizar esse melaço para a produção de álcool. O Greenpeace tão logo tomou conhecimento do problema enviou um comunicado às autoridades brasileiras e holandesas. O governo holandês, em carta ao governo brasileiro, confirmou a contaminação do carregamento.

Os responsáveis pelo navio foram informados pelas autoridades brasileiras de que não seriam autorizados a descarregar no país, como estava previsto anteriormente. Cuba, que também estava na rota do navio, foi informada pelo Greenpeace sobre a contaminação e também não permitiu o descarregamento.

O MPA é um hormônio de crescimento artificial que altera o funcionamento do sistema endocrinológico, apresentando efeitos colaterais tóxicos. Especialistas acreditam que o MPA pode causar infertilidade em seres humanos. Para o Greenpeace, qualquer que fosse a concentração de MPA do carregamento, ele deveria ter sido proibido, pois esse hormônio está proibido desde 1961 na Holanda, e desde 1989 na Europa.

Internet: <www.ecoviagem.com.br> (com adaptações).

A respeito das informações apresentadas no texto e à temática relacionada, julgue o seguinte item.

O procedimento de consentimento fundamentado prévio (PIC) foi introduzido anteriormente à Agenda 21, e originou-se das preocupações com relação a situações semelhantes à relatada no texto.

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